sexta-feira, 30 de abril de 2010

Não é que eu tenho rancor
nem tampouco arrependimento
só é pra dizer o quando me fizera bem
cada gesto,cada olhar
morrendo e vivendo nos abraços
lembrando e esquecendo das lembranças
cantando e dançando como crianças.
Não que eu tenha muito a falar
já que tudo fora um dia transcrito
em olhares incansáveis
corpos e suspiros ágeis
palavras constantes,simbólicas
palavras clichês !
que corroem impiedosamente nossa alma
vou mais uma vez pra casa,sozinha.
Só quero que você saiba mas uma vez
que se não fosse você,não seria ninguém



(L)

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